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Um
foguete a água é simplesmente o que o próprio nome já diz: um foguete
que utiliza água e ar comprimido para impulsioná-lo. Note que de
início pode até parecer brinquedinho de criança mas não é. Se
você adotar esse hobby vai ter muitas horas de desafio intelectual e de
satisfação por construir veículos com alta tecnologia. Sem exagero.
Não é por acaso que começo com esse ítem. Se não há segurança,
agimos irresponsavelmente com nós mesmos e com as demais pessoas. Não
caia nessa! Garanta a segurança primeiro - depois curta o seu foguete à
vontade! Siga o nosso código
de segurança.
Um foguete a água é como um foguete espacial, com a diferença de que
é em menor escala. Prepare-se para saber o que é Centro de Gravidade, Ângulo
de Ataque, Arrasto e Pressão Aerodinâmica, dentre outras coisas!
Montar uma oficina
para construção de foguetes a água não é difícil nem caro.
Dominar algumas técnicas é só uma questão de praticar um pouco.
Não deixe de conferir minha lista
de endereços na Web. No Brasil ainda somos poucos (embora em número
crescente) mas no resto do mundo...
Você quer começar a construir logo seus foguetes mas está sem saber
por onde começar? Nessa seção estão os projetos
passo a passo de como construir alguns foguetes. Daí para frente é
com você!
Todos nós temos uns projetos que funcionam
bem, outros que parecem uma maravilha - mas que acabam se tornando
grandes fracassos. O que eu gostaria de deixar aqui são instruções
passo a passo de como eu fiz alguns de meus foguetes favoritos. Junto
com o projeto seguem também alguns comentários de como o foguete se
comportou - às vezes bem, às vezes nem tanto. O que eu espero é que
você pegue a idéia e faça o seu, aproveitando a idéia inicial. Então,
vamos trabalhar?
Na primeira parte você tem os foguetes. Em seguida, bases de lançamento.
Eu decidi fazê-las moduladas: plataforma, alimentação e disparo. Assim
posso intercambiar as várias partes e experimentar mais.
ASPECTO GERAL
è importante que você entenda como a coisa toda funciona, em linhas
gerais, para depois trabalhar em cada detalhe. Veja:

De baixo para cima, temos primeiro a base
ou plataforma. Ela serve para dar estabilidade ao conjunto.
Em seguida temos o módulo de alimentação.
Ele contém a válvula de pneu, por onde o ar comprimido entra no
circuito.
O módulo de disparo contém a trava que
segura a garrafa e um mecanismo de gatilho que a deixa livre, causando o
lançamento. O ar comprimido passa através desse módulo em direção à
garrafa.
O último componente do conjunto é a bomba de ar,
de encher pneu, de qualquer tipo de acionamento (de mão, de pé, elétrica,
etc).
Pelas características dos módulos, uma boa opção de material é o
tubo de PVC rígido. Ele é fácil de cortar, colar, furar e é barato.
Esse é o material que uso nos projetos. Note que o módulo de alimentação
é, basicamente, feito de uma conexão "Tê".
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NEMO I
FOGUETE
Desculpem a foto estar tão escura, mas esse foguete se comportou
tão bem que quando percebemos já estava ficando de noite. Aí só
deu tempo para instalá-lo na base e tirar a foto. É possível
ver o nariz feito de "espaguete", que serve para
amortecer a queda, já que ele não usa pára-quedas.
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NAMOR
FOGUETE
A série Namor é para quem quer começar a entender o acionamento
do pára-quedas por SNA (Separação do Nariz no Apogeu). Não voa
alto mas é educativo.
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GUAIÁ
PLATAFORMA
Depois de tentar vários tipos de plataforma, cheguei nesse
modelo. Ele é compacto e forte. O macete é o Tê de redução,
que diminui o número de encaixes.
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YUCOË
ALIMENTAÇÃO
Esse módulo é o responsável pela entrada de ar e conseqüente
pressurização da garrafa. A coisa laranja no primeiro plano é o
dispositivo de emergência, para abortar o lançamento. Nunca faça
uma base de lançamento sem ele.
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ROIRÁ
DISPARO
Nesse módulo está o mecanismo de retenção do foguete (quando
está sendo abastecido e pressurizado) e de disparo. Ele tem que
ser, obviamente, resistente e preciso.
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